Prótese de mama – Como funciona a mamoplastia de aumento

 

A cirurgia de implante de silicone nas mamas (mamoplastia) permite o aumento de volume dos seios, conferindo maior projeção e melhor contorno por meio da inserção de implantes de silicone. Esse procedimento, relativamente simples e com boa recuperação, costuma gerar dúvidas, especialmente em relação às expectativas do antes e depois do implante de silicone.
Para esclarecer todas as questões referentes a esse tema, selecionamos as perguntas mais comuns feitas por nossas pacientes. Acompanhe-as, a seguir:

O implante nos seios pode ser uma boa opção para mulheres que estiverem fisicamente saudáveis, tiverem seios totalmente desenvolvidos, estiverem insatisfeitas com o tamanho ou formato dos seus seios ou se seus seios diferirem em tamanho ou forma.

Os implantes de silicone podem variar em forma: redondo (perfil baixo, moderado, alto e super alto) e anatômico (com formato natural ou em gota). Em relação ao revestimento, podem ser lisos, texturizados ou de poliuretano. A escolha deve ser feita pelo cirurgião, em parceria com a paciente.

Os implantes podem ser colocados nos planos abaixo da glândula, da fáscia ou do músculo peitoral maior. O tamanho das mamas antes da cirurgia e o volume desejado pelo paciente determinam a escolha desse plano. A colocação do implante atrás do músculo está indicado principalmente quando a mulher apresenta uma mama de volume bastante reduzido, já que o músculo atenua o contorno do implante.

As cicatrizes possuem cerca de 4 cm e podem ser posicionadas no sulco mamário, em volta da aréola ou na axila. Cada uma dessas cicatrizes tem suas particularidades. Em certos casos, quando a paciente já apresenta flacidez de pele e ptose (mama caída), existe a necessidade de realizar retirada de pele (mastopexia), juntamente com a inclusão do implante. Nessas situações, a cicatriz pode variar de periareolar, “L”, periareolar associada a uma vertical ou ao “T” invertido.

O tempo cirúrgico de um procedimento para implantar próteses de silicone nos seios varia de uma a duas horas. A anestesia pode ser local, peridural ou mesmo geral, de acordo com a escolha do médico.

Em geral, a paciente recebe alta no primeiro dia depois da cirurgia e, se for utilizado o dreno de aspiração, ele é retirado antes da alta hospitalar.

A ptose, termo técnico que designa a flacidez das mamas, possui diversos graus de evolução e nem sempre pode ser corrigida com o implante de silicone. A prótese mamária é ideal para os casos de perda de volume do colo, porém o tecido que já está abaixo do sulco não subirá. Se você deseja um resultado que corrija a flacidez, a cirurgia de elevação da mama pode ser realizada ao mesmo tempo que o aumento de mama. Mas de modo geral podemos dizer que o implante posicionado na frente do músculo tem a capacidade de corrigir uma flacidez de pele desde que seja leve.

A resposta é não. As próteses de silicone sofrem com um desgaste progressivo e, com o passar dos anos, ficam mais propensas à ruptura.

Esse tempo é indefinido e varia de pessoa para pessoa. O recomendável é que a paciente sempre faça acompanhamento médico de duas mamas com exames de imagem. Em geral, recomenda-se que a troca seja feita a cada dez anos.

A escolha do tipo de posicionamento da prótese depende das características da paciente e da escolha do médico, porém em todos os tipos é possível obter resultados naturais, desde que haja cobertura, a prótese não exceda o limite e tenha o perfil adequado. Usar implantes com perfil mais baixo, evitar grandes volumes e optar pela prótese submuscular são alguns truques para garantir um efeito mais natural, especialmente em mulheres muito magras.

De modo geral não há problemas para mulheres que possuam implantes de silicone nos seios e desejem amamentar. A cicatriz quando posicionada na parte inferior da aréola tem um risco (muito baixo mas tem) de alterar a amamentação.

A recuperação desse procedimento vai depender da posição dos implantes. Geralmente, a submuscular gera mais dor e , consequentemente, um pós-operatório mais demorado. No caso da posição subglandular, é possível retornar ao trabalho em quatro ou cinco dias, evitando dirigir por sete dias.

Não existe essa necessidade, pois os implantes não interferem no aleitamento.

Cerca de 15 dias antes do procedimento, recomenda-se que a paciente não tome medicamentos que contenham AAS (ácido acetilsalicílico) e Ginko- Biloba, para evitar problemas no processo de coagulação, suspenda dietas, não fume e nem use drogas, evite bebidas alcoólicas e informe ao médico caso esteja com algum processo infeccioso como febre, resfriado, herpes, conjuntivite, etc.

Não costuma haver muita dor após o procedimento cirúrgico de inclusão de próteses mamárias, pois a for está mais ligada ao posicionamento das próteses que à via de acesso. Em geral, pacientes que fizeram o procedimento por baixo do músculo peitoral sentem mais dor por conta do deslocamento da musculatura da região. Seguir as orientações médicas e repousar é fundamental para minimizar essas dores e garantir uma boa recuperação.

Alguns cuidados devem ser tomados no período de recuperação como, por exemplo, dormir de barriga para cima nos primeiros 30 dias após a cirurgia, além de sempre utilizar o sutiã pós-cirúrgico durante todo o período de recuperação.

Qualquer procedimento cirúrgico possui riscos e pode ter complicações. No caso da cirurgia de implante de próteses de silicone nos seios, pode haver cicatrizes desfavoráveis, hematomas, infecções, má cicatrização, alterações de sensibilidade da mama ou mamilo, de forma temporária ou permanente, formação de tecido cicatricial rígido em torno do implante (contratura capsular), ruptura do implante, enrugamento da pele na região, acúmulo de líquido (seroma), trombose venosa profunda, complicações pulmonares e cardíacas e dor persistente.

A primeira etapa da cirurgia é a anestesia, que será escolhida de acordo com a análise do médico. Na sequência, são feitas incisões em áreas discretas, que podem ser inframamária, transaxilar ou periareolar. Essas incisões variam de acordo com o tipo de implante, volume desejado, particularidades anatômicas e a preferência do cirurgião.
Após a incisão, determina-se o local onde a prótese mamária será inserida, podendo ser sob o músculo peitoral (colocação submuscular) ou diretamente atrás do tecido mamário (colocação submamária / subglandular). Depois, as incisões são fechadas com suturas por camadas no tecido da mama e com suturas, colas ou adesivos para fechar a pele.

Os implantes de silicone são preenchidos com gel coesivo. Em caso de ruptura, o gel pode permanecer no interior do invólucro, o que não diminui a mama e nem faz com que ele se espalhe pelo organismo. Exames de ultrassom ou de ressonância magnética podem avaliar a condição do implante mamário.

O custo de uma cirurgia sempre varia de acordo com a experiência do cirurgião, o tipo e o custo dos implantes mamários utilizados.

Não existem relações entre o câncer de mama e o uso das próteses de silicone. O silicone medicinal utilizado nas próteses é mais puro e com gel coeso e, por isso, não traz riscos à saúde.

Durante a gestação, a mama com prótese aumenta de tamanho, como qualquer outra, e, depois, regride de tamanho novamente. Em alguns casos, pode haver uma leve flacidez decorrente desse estiramento, que também acomete mulheres que não possuem próteses de silicone nos seios.

Não existe essa chance, porém, o que pode ocorrer é a contratura capsular, por meio da qual o corpo produz uma cicatriz ao redor da cápsula, para isolá-la. Esta cápsula pode comprimir a prótese e gerar diferentes graus de contratura capsular. O tratamento consiste na troca da prótese e do seu plano de colocação.

Como alguns nervos são danificados durante o procedimento de colocação das próteses mamárias, é possível que haja perda de sensibilidade, que pode ser transitória ou permanente. Contudo esse riso é extremamente baixo.

Quando falamos de implantes de mama lisos, texturizados ou de poliuretano nos referimos à cobertura do implante que contém silicone dentro. O implante liso, como o próprio nome diz, tem a cobertura lisa de silicone; o texturizado tem aspecto levemente rugoso, feito também de silicone, e o de poliuretano é mais áspero. O uso de cada um depende da escolha médica, mas alguns trabalhos demonstram que o poliuretano causa menos contratura capsular. Alguns cirurgiões preferem o poliuretano em cirurgias de mastopexia por acreditarem que ele se fixe ao tórax e a mama demore mais para “cair“. No Brasil, o tipo de implante mais utilizado é o texturizado.

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